IV língua

a cada silêncio grito que
queria
tocar
todas
as
suas
células

e tento em todos os ritmos formas texturas cores músicas chegar onde ninguém chega

mas sempre quebras minhas pernas em quatro pedaços sangrentos cada vez que quase te alcanço

e de novo insisto
em
todos
os
abraços
signos e
tragos
tocar

onde ninguém
toca…

… e agora foram os meus braços.

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